20 Melhores Histórias de Princesa Para Dormir

Quem nunca se encantou com o universo do “era uma vez?”. Histórias com animais falantes, poções mágicas, duendes, dragões, heróis, príncipes, heroínas, moçinhos (as), monstros, fadas, bruxas, feitiços, todo e qualquer faz de conta sempre passearam no mundo da fantasia e da imaginação das crianças. Entre tantos personagens que compõem esse universo, as queridinhas são as princesas. São elas que através de atitudes corajosas, destemidas, com muito esforço e transpondo dificuldades, contribuem ativamente para o Final Feliz de muitas das histórias.

História de princesa para dormir é clássico e essas histórias são contadas em lares por todo o mundo.

A hora de dormir é um momento muito especial, onde as famílias podem se conectar através de histórias queridas pelas crianças e ainda deixarem esse momento muito mais agradável, relaxante e cheio de significado afetivo.

O que Podemos Aprender com História de Princesa?

história de princesa para dormir
Créditos:maemequer.sapo.pt

Muito se engana quem acha que as princesas são apenas moçinhas frágeis, fracas e dependentes. As princesas como qualquer personagem têm suas debilidades e limitações, mas são fortes e corajosas. Independente de qual história de princesa para dormir você lerá, algumas boas lições é possível aprender com elas:

  • Enfrentam situações;
  • Nunca deixam de sonhar;
  • Ajudam as pessoas ao seu redor;
  • São persistentes;
  • Não aceitam fazer o que não querem;
  • São ousadas;
  • Curiosas;
  • Inteligentes;
  • Inspiradoras;
  • Enfrentam os preconceitos;
  • Sábias;
  • São corajosas;
  • Não aceitam seguir padrões;

E aí? As princesas são ou não são mulheres incríveis?

20 Melhores Histórias de Princesa Para Dormir

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Créditos:maemequer.sapo.pt

Selecionamos as 20 melhores histórias de princesas. Veja a seguir:

3 Histórias de Princesas para Dormir Curtas

Quem nunca ouviu falar das clássicas histórias? Separamos 3 delas para ler com as crianças:

  • Cinderela

Cinderela era filha de um comerciante rico. Depois que seu pai morreu, sua madrasta tomou conta da casa que era de Cinderela. Cinderela então passou a viver com sua madrasta malvada, junto de suas duas filhas que tinham inveja da beleza de Cinderela e transformaram-na em uma serviçal. Ela tinha de fazer todos os serviços domésticos e ainda era alvo de deboches e malvadezas. Seu refúgio era o quarto no sótão da sua própria casa e seus únicos amigos: os animais da floresta.

Um belo dia é anunciado que o Rei realizará um baile para que o príncipe escolha sua esposa dentre todas as moças do reino. No convite, distribuído a todos os cidadãos, havia o aviso de que todas as moças deveriam comparecer ao Baile promovido pelo Rei.

A madrasta de Cinderela sabia que ela era a mais bonita da região, então disse que ela não poderia ir porque não tinha um vestido apropriado para a ocasião. Cinderela, então, costurou um vestido com a ajuda de seus amigos da floresta. Passarinhos, ratinhos e esquilos a ajudaram a fazer um vestido de retalhos, mas muito bonito. Porém, a madrasta não queria que Cinderela comparecesse ao baile de forma alguma, pois sua beleza impediria que o príncipe se interessasse por suas duas filhas. Sendo assim, ela e as filhas rasgaram o vestido, dizendo que não tinham autorizado Cinderela a usar os retalhos que estavam no lixo. Fizeram isso de última hora, para impedir que a moça tivesse tempo para costurar outro.

Muito triste Cinderela foi para seu quarto no sótão e ficou à janela, olhando para o Castelo na colina. Chorou, chorou e rezou muito. De suas orações e lágrimas, surgiu sua Fada-madrinha que confortou a moça e usou de sua mágica para criar um lindo vestido para Cinderela. Também surgiu uma linda carruagem e os amiguinhos da floresta foram transformados em humanos, cocheiro e ajudantes de Cinderela. Antes de sua afilhada sair, a Fada-madrinha lhe deu um aviso: a moça deveria chegar antes da meia-noite, ou toda a mágica iria se desfazer-se aos olhos de todos.

Cinderela chegou à festa como uma princesa. Estava tão bonita, que não foi reconhecida a não ser pela madrasta, que passou a noite inteira dizendo para as filhas que achava conhecer a moça de algum lugar, mas não conseguia dizer de onde. O príncipe, tão logo a viu a convidou para dançar. Cinderela e o príncipe dançaram e dançaram a noite inteira. Conversaram e riram como duas almas gêmeas e logo se perceberam feitos um para o outro.

Acontece que a fada-madrinha tinha avisado que toda a magia só duraria até à meia-noite e um. Quando o relógio badalou as doze batidas e um minuto, Cinderela teve de sair correndo. Foi quando deixou um dos seus sapatinhos de cristal na escadaria. O príncipe, muito preocupado por não saber o nome da moça ou como reencontrá-la, pegou o pequeno sapatinho e saiu em sua busca no reino e em outras cidades. Muitas moças disseram ser a dona do sapatinho, mas o pé de nenhuma delas se encaixava no objeto.

Quando o príncipe bateu à porta da casa de Cinderela, a madrasta trancou a moça no sótão e deixou apenas que suas duas filhas experimentassem o sapatinho. Apesar das feiosas se esforçarem, nada do sapatinho de cristal servir. Foi quando um ajudante do príncipe viu que havia uma moça na janela do sótão da casa.

Sob as ordens do príncipe, a madrasta teve de deixar Cinderela descer. A moça então experimentou o sapatinho, mas antes mesmo que ele servisse em seus pés, o príncipe já tinha dentro do seu coração a certeza de que havia reencontrado o amor de sua vida. Cinderela e o príncipe se casaram em uma linda cerimônia, e anos depois se tornariam Rei e Rainha, famosos pelo bom coração e pelo enorme senso de justiça. Cinderela e o príncipe foram felizes para todo o sempre.

  • A Princesa e o Sapo

Era uma vez uma bondosa princesa muito bonita, de cabelos longos e negros que vivia num reino muito distante. Um dia, sem querer, a princesa deixou cair uma bola dentro de um lago. Pensando que a bola estivesse perdida, começou a chorar.

— Princesa, não chore. Vou devolver-lhe a bola. — disse um sapo.

— Pode me fazer esse favor? – perguntou a princesa.

— Claro, mas, só farei em troca de um beijo. A princesa concordou. Então, o sapo apanhou a bola, levou-a até os pés da princesa e ficou esperando o beijo. Mas, a princesa pegou na bola e fugiu para o castelo.

O sapo gritou:

— Princesa, deve cumprir com a sua palavra!

O sapo começou a perseguir a princesa para onde quer que ela fosse. Quando ia comer, lá estava o sapo pedindo-lhe a sua comida. O rei, vendo a sua filha emagrecer, ordenou que pegassem no sapo e o levassem de volta ao lago.

Antes que o conseguissem apanhar, o sapo disse ao rei:

— Ó, Rei, só estou cobrando uma promessa.

— Do que é que está falando, sapo? Disse o rei, furioso.

— A princesa prometeu me dar um beijo depois de eu apanhar a bola perdida no lago.

O rei, então, mandou chamar a filha. O rei explicou à filha que uma promessa real deveria ser cumprida.

Arrependida, a princesa começou a chorar e disse que ia cumprir a palavra dada ao sapo. A princesa fechou os olhos e deu um beijo no sapo, que logo pulou para o chão. Diante dos olhos de todos, o sapo transformou-se num belo rapaz com roupas de príncipe e tudo.

Ele contou então que uma bruxa o havia transformado em sapo e somente o beijo de uma donzela acabaria com o feitiço. Assim, ele apaixonou-se pela princesa e pediu-a em casamento. A princesa aceitou.

Fizeram uma grande festa de casamento, que durou uma semana inteira. A princesa e o príncipe juntaram os seus dois reinos e foram felizes para sempre.

  • A Princesa e a Ervilha

Era uma vez um príncipe que desejava se casar com uma princesa. No entanto ele desejava uma princesa de verdade. O príncipe viajou pelo mundo para encontrar sua noiva, mas sempre havia algo de errado. Muitas meninas se apresentavam como princesas, mas ele tinha muita dificuldade em descobrir se elas eram princesas de verdade. Por fim, ele teve que voltar para casa e estava muito triste porque queria muito uma princesa de verdade.

Certa noite, começou uma terrível tempestade; trovejou muito e foi uma noite difícil no castelo.

No meio da tempestade, alguém bateu no portão do castelo e o próprio rei foi abrir para descobrir quem era.

Era uma princesa que estava do lado de fora, mas ela estava em um estado terrível por causa da chuva e da tempestade. A água escorria de seus cabelos e roupas; entrava no topo dos sapatos e saía no salto, mas ela dizia que era uma princesa de verdade.

_ Bom, logo veremos se isso é verdade, _ pensou a velha Rainha, mas a princesa não disse nada.

A rainha foi para o quarto, tirou toda a roupa de cama e colocou uma ervilha. Depois, pegou vinte colchões e empilhou-os em cima da ervilha e depois, colocou mais vinte colchões de penas em cima dos colchões. Era ali que a princesa dormiria naquela noite. De manhã, eles perguntaram como ela havia dormido.

– Oh, terrivelmente mal! – Disse a princesa. – Mal fechei os olhos a noite toda! Deus sabe o que estava na cama. Eu parecia estar deitada sobre alguma coisa dura, e todo o meu corpo está marcado e dolorido nesta manhã. Isto é terrível!’

Eles perceberam imediatamente que ela devia ser uma princesa de verdade quando conseguiu sentir a ervilha em vinte colchões e vinte camas de penas. Ninguém além de uma princesa de verdade poderia ter uma pele tão delicada.

Então, o príncipe a pediu em casamento, pois agora ele tinha certeza que havia encontrado uma princesa de verdade. A ervilha foi colocada em um museu, para que todos se lembrassem da história do príncipe, da princesa e da ervilha.

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Conclusão

Além de divertir, as histórias infantis têm um papel de entreter, ensinar, contribuem para o desenvolvimento infantil além de dar asas para o imaginário das crianças. Contribui com a criatividade, com o desenvolvimento linguístico entre tantas outras contribuições positivas. A hora de dormir pode tornar-se ainda mais especial e cheia de imaginação. As histórias de princesa para dormir são ótimas leituras para os momentos que antecedem o sono dos pequenos. Que tal incluir mais dessa leitura nas noites em família?

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